Seletividade alimentar: além do 'frescura'
Quando a recusa alimentar deixa de ser uma fase e se torna um sinal de alerta? Entenda a diferença e como agir.
Recusa de alimentos novos é comum entre 1 e 5 anos — é a chamada neofobia alimentar. Diferente disso, a seletividade alimentar persistente é quando a criança aceita menos de 20 alimentos, exclui grupos inteiros, ou tem reações intensas à comida.
Crianças com TEA frequentemente apresentam seletividade ligada à hipersensibilidade sensorial (textura, cor, cheiro, temperatura). Não é birra — é uma experiência sensorial diferente.
Estratégias: exposição repetida e sem pressão (até 15 vezes!), envolver a criança no preparo, oferecer junto com alimentos preferidos, evitar barganhas e ameaças, manter horários de refeição.
Se a alimentação compromete crescimento, vida social ou gera ansiedade intensa, busque avaliação com equipe multidisciplinar: pediatra, nutricionista, psicólogo e, se necessário, terapeuta ocupacional.
Precisa conversar sobre o seu filho?
Se este artigo ressoou com o que vocês vivem em casa, dá o próximo passo: agende uma conversa comigo pelo WhatsApp. Atendo pais e responsáveis com escuta cuidadosa e um plano de acompanhamento personalizado para a sua criança.
Falar pelo WhatsAppComentários de mães e pais
- Amanda S.há 2 dias
Que texto necessário! Vivemos isso em casa e nem sabíamos por onde começar.
- Cristina P.há 5 dias
Obrigada por escrever de um jeito tão acolhedor. Me senti compreendida.
- Helena M.há 1 semana
Vou marcar consulta. Preciso conversar com uma profissional sobre o que estamos passando.
- Beatriz L.há 2 semanas
Compartilhei no grupo das mães da escola. Todo mundo precisa ler.
- Luana F.há 3 semanas
Texto excelente, muito esclarecedor. Aguardo os próximos!
